Marketing e Vendas
Marketing e Vendas
Palavras-Chave:
  • Modelando ​um negócio​

    Ronaldo Antonio Hofmeister


    A necessidade de criar e recriar negócios constantemente exige das empresas modelos que permitam inovar. O modelo que tem chamado a atenção dos startups é o Painel de Modelo de Negócios ou Modelo de Negócios Canvas.


    O modelo Canvas privilegia o desenvolvimento do pensamento visual para criar valor para os negócios e permite desenhar colaborativamente modelos de negócios novos ou já existentes. O principal pensador deste modelo é Alexander Osterwalder que lançou o livro “Business Model Generation” escrito em conjunto ou “cocriado” por 470 pessoas de 45 países. 


    Identificar uma oportunidade de mercado é importante mas modelar o negócio em um novo formato em que um negócio aparentemente não rentável se torna um negócio milionário é que pode fazer a diferença. Alguns exemplos como a busca do Google que é gratuito para quem busca mas remunera a empresa nos links patrocinados. 


    Talvez o aspecto mais importante nos dias de hoje, em um novo modelo de negócios, é a monetização do projeto, ou seja, como esta ideia pode ser remunerada. Cada vez mais a economia do “tudo grátis” na internet vem crescendo e o público não quer mais pagar por algumas coisas. Mas como uma empresa pode sobreviver sem receber pagamento do consumidor?


    Alguém sempre paga a conta ou financia para que seu público seja beneficiado, achar esta formula mágica é que pode viabilizar ou não seu novo modelo de negócio. Nos dias de hoje o próprio consumidor pode ajudar a encontrar a metodologia correta e adequada. Esta forma de criar junto com o cliente ou “cocriar” é muito mais comum do que parece.


    Os novos negócios principalmente aqueles que rompem com o modelo tradicional são cada vez mais constantes no atual cenário mas continuam sendo pouco compreendidos pela maioria dos empreendedores que desejam começar um novo negócio. Serão estes novos modelos de negócios que transformarão os cenários competitivos na maioria dos setores.


    Sua empresa tem um modelo de negócio diferente do tradicional? Sua empresa já cocriou algo com seus clientes? Deixe seu comentário:

  • Multiplata​forma

    Ronaldo Antonio Hofmeister


    Multiplataforma é a palavra da moda. Saiba por que um profissional de marketing precisa conhecer seu significado.


    Hoje uma campanha publicitária não pode utilizar apenas uma plataforma de comunicação. Para atingir seu público alvo é necessário conversar com ele em vários meios. Aquele velho bordão que a mensagem é o meio, e o meio é a mensagem nunca foi tão forte como nos dias de hoje. Cada canal de interação com o cliente tem sua própria linguagem. Este é o maior desafio para os profissionais de marketing que é integrar as mais variadas plataformas e manter a mesma mensagem dita de forma diferente.


    As plataformas tradicionais como a TV, rádio, jornal, revistas e mídia exterior já exigiam uma comunicação diferenciada para cada uma, mas a adaptação era mais simples pois são unidirecionais. Em plataformas na internet como o Youtube, Facebook e Twitter a interação é o ponto alto, portanto este vai e vem, esta troca com o cliente é mais constante.


    A dificuldade de encontrar agências e terceiros que consigam ter esta visão e conversem com seu cliente de forma integrada é imensa por isso é papel fundamental do marketing das empresas que integrem todos canais para transmitirem a mesma mensagem.


    Na sua empresa você utiliza multiplataformas? Você consegue integrar os mais diversos canais?

  • O Poder do​ SMS

    Ronaldo Antonio Hofmeister


    Postar uma mensagem para um cliente não significa que ele vai ler. O que fazer para não ser invasivo e garantir a leitura da informação que você enviou?


    A leitura de conteúdos nas redes sociais ainda é uma atividade que tem um baixo volume: apenas 29% do que é postado no Twitter é lido e no Facebook apenas 12% dos posts são lidos. Com o conteúdo enviado por e-mail também não é diferente, apenas 20% das mensagens são abertas. Por outro lado a mensagem enviada para o celular via SMS tem um alto percentual de leitura, 98% das mensagens são lidas. 


    Com este alto índice de leitura o poder do SMS é grande pois praticamente garante a leitura da mensagem.Na média as pessoas ficam conectados no celular 14 horas por dia e conferem a sua tela mais de 150 vezes por dia. Outra vantagem do SMS é que a resposta ou interação acontece em 90 segundos já no email a leitura leva em média 2 dias e meio.O problema é que no SMS não temos como enviar mensagens muito longas.


    Uma mensagem enviada por SMS tem um caráter mais íntimo, portanto, temos que tomar todos os cuidados para não sermos invasivos. Só devemos mandar mensagens que realmente sejam do interesse do cliente e que ele tenha permitido. O ideal é descobrir quais os canais preferidos para a interação e utilizar este canal de forma moderada.


    Nos Estados Unidos, dos usuários que permitem o envio de propaganda, 75% preferem receber no celular via SMS. No Brasil ainda não existem indicadores mas temos que resolver primeiro a invasão da privacidade pois muitos usuários ainda recebem mensagens não autorizadas. 


    Você já utilizou o SMS como ferramenta de divulgação da sua empresa? Deixe seu comentário.

  • A Internet​ das coisa​s

    Ronaldo Antonio Hofmeister


    O PC – personal computer - revolucionou a década de 80, a internet a década de 90 e a telefonia móvel a década de 00. Tudo indica que a próxima revolução será a internet das coisas.


    A Internet estará em tudo e permitirá que tudo possa ser rastreado. Algumas iniciativas já estão em pratica como o rastreamento de gado, geladeiras, micro-ondas e TVs. Os mecanismos de busca já estão trabalhando com padrões de busca e analisando as várias palavras chaves que cada usuário utiliza em suas buscas. Isso permitirá que os mecanismos de busca possam trazer resultados ainda melhores e mais próximos das intenções dos usuários. Tudo isso aliado a softwares de inteligência podem criar modelos e, portanto, antecipar os desejos dos consumidores.


    Vamos imaginar que você tenha assistido um comercial na TV de sua casa, de uma nova Lasanha congelada. Você gosta do produto, mas deseja mais informações e faz uma busca no Google sobre as propriedades nutricionais e sabores disponíveis. Você vai até o supermercado compra duas versões de sabor deste produto e passa pelo caixa que registra sua compra. Ao chegar em casa coloca a Lasanha congelada em seu micro-ondas para consumo imediato e a outra opção de sabor você coloca no seu Freezer. Alguns dias depois você é convidado para almoçar na casa de amigos e decide levar a lasanha que estava no Freezer e descongela no micro-ondas da casa dos amigos. Alguns dias depois os amigos que estavam presentes no almoço que você levou a Lasanha também compram a Lasanha, mas diferente de você não pesquisaram na internet e não viram o comercial de TV. Quando você retorna ao supermercado e compra mais uma Lasanha, ao passar no caixa tem uma surpresa, para você ela será de graça, um presente da empresa fornecedora do produto pela indicação do produto aos seus amigos.


    Mas como a empresa que produz a Lasanha sabia que foi você quem recomendou o produto para seus amigos? 


    Com a “Internet das coisas” todos os passos do processo foram rastreados e identificados pois o produto e os equipamentos utilizados estavam preparados para isso e todas as informações foram armazenadas e processadas de forma rápida e inteligente. Isso pode parecer algo impossível e muito distante da nossa realidade mas especialistas estimam que em 2020 isso já poderá acontecer com alguma frequência.


    A maior dificuldade não está na tecnologia para que isso ocorra mas na definição de padrões para que todos os equipamentos interajam e principalmente em códigos de conduta para a utilização destas informações e hábitos de consumo sem invasão de privacidade.


    Você acredita que isso fará parte da vida das empresas e dos consumidores nos próximos anos? 

  • A Economia​ de um Bai​rro

    Ronaldo Antonio Hofmeister


    Por que alguns bairros são mais promissores do que outros?  Por que um bairro, mesmo com uma grande população com renda, não tem um comércio forte? Estas mesmas perguntas podem ser feitas para uma pequena cidade, que em alguns casos tem o mesmo tamanho de um grande bairro de uma capital. 


    Uma das respostas é que a riqueza produzida pelos moradores daquele bairro ou cidade é integralmente gasta em outro bairro ou cidade. O dinheiro simplesmente não circula no bairro. Muitas vezes as pessoas “acham chique” dizer que gastam seu dinheiro fora do bairro ou da cidade onde moram. Mal sabem elas que isso pode estar desvalorizando suas propriedades. Quanto mais você prestigiar o comércio local mais o bairro ou cidade se fortalece e consequentemente sua propriedade será valorizada. O dinheiro gasto em outra cidade gera impostos na outra cidade e consequentemente benefícios para os cidadãos da outra cidade. Isso vale para um país também, quanto mais as pessoas viajarem e gastarem seu dinheiro que ganharam aqui no Brasil com compras no exterior mais frágil fica nossa economia. Isso vale também para a importação, trazer produtos importados de outro país significa dizer que estamos mandando parte de nosso dinheiro para fora da nossa economia, ou seja, estamos fortalecendo a economia do outro país.


    O problema é que um comércio fraco em determinada região exige que os moradores de um bairro ou cidade tenham que procurar fornecedores mais distantes para atenderem suas necessidades. Isso faz com que o comércio fique ainda mais fraco e até encerre suas atividades deixando a economia da região enfraquecida. É preciso quebrar este ciclo vicioso. A melhor iniciativa é voltar a gastar seu dinheiro na sua região, a princípio com os produtos e serviços que a sua cidade ou seu bairro podem atender e até prestigiando e indicando para seus vizinhos as melhores oportunidades no bairro ou cidade. É preciso muitas vezes mudar a cultura e o hábito de consumo e é aí que muitas iniciativas de desenvolver a economia local esbarram. 


    Uma alternativa encontrada por algumas cidades no Brasil e até comunidades menores é o dinheiro social. A figura do inicio deste post é um exemplo de uma cédula de dinheiro social da Associação dos Moradores da Área Verde de Pajuçara. Um acordo fechado com o comércio de determinada região permite que as compras realizadas com o dinheiro social tenham desconto. O dinheiro social só circula na mão de pessoas daquela região e são conseguidos via micro financiamentos sem juros, ou seja, o crédito conseguido pela pessoa da região só pode ser gasto na região onde ele mora. Isso aquece a economia local e muda o hábito de consumo, consequentemente quebra um modelo cultural de compra fora do bairro e da cidade. 


    Seu negócio depende da economia local? Comente o que você faz para atrair seus consumidores da região.

  • Colecionáv​eis

    Ronaldo Antonio Hofmeister

    De tempos em tempos algumas ações de marketing que envolve a coleção de objetos ou figuras surgem no mercado. Por que geram tanta admiração e até certo fanatismo?

     

    No momento uma grande rede de fast foods está com uma campanha de coleção de tickets que se combinados corretamente podem garantir valiosos prêmios. A grande sacada desta campanha é que você pode ganhar prêmios intermediários menores com uma facilidade muito grande e isso tem sido compartilhado pelas pessoas que acabam incentivando a compra dos produtos com uma intensidade maior. Eu mesmo já ganhei prêmios nesta campanha e quando comentei com colegas pude perceber que muitos outros já tinham ganhado também. O movimento na empresa aumentou significativamente até gerando filas. Pude perceber algumas pessoas que olhavam o lixo de outras mesas em busca de tickets esquecidos e até clientes que discretamente mexiam na cesta de lixo em busca dos colecionáveis.

     

    Mas por que as pessoas se sujeitam a isso?

     

    A poderosa sensação de ganhar, ser vencedor, ter alguma vantagem me parece forte suficiente para as pessoas se envolverem em ações de marketing com colecionáveis. Quando esta ação alimenta os clientes com prêmios que parecem fáceis de serem conseguidos ou com prêmios intermediários que são obtidos várias vezes o estopim para o sucesso acontece. Quanto mais os clientes trocam ou recebem prêmios na frente de outros clientes, dando a sensação de que ele também pode ganhar, mais sucesso a campanha terá.

     

    Fast foods com jogos milionários, refrigerantes com nomes na lata são campanhas grandes que podem parecer impossíveis para o micro e pequeno empreendedor porem a essência de uma campanha de colecionáveis é aumentar o número de clientes circulando pela empresa ou consumindo mais. Qualquer empresa pode fazer desde que tome os devidos cuidados inclusive legais. Colecionar selos para ganhar um prêmio, 10 selos dão direito a um premio, pode ser um bom início.

     

    Como você pretende envolver seus clientes? Deixe seu comentário.

  • Tendência ​das novas ​marcas

    Ronaldo Antonio Hofmeister

    Por que os consumidores estão desenvolvendo verdadeiras paixões por algumas marcas novas, desconhecidas, sem legado e história?

     

    As marcas sempre foram construídas baseadas em reputação, resultados comprovados e histórias de sucesso e isso levava anos. Agora marcas estabelecidas e com grande reputação começam a perder espaço para empresas que praticam o Business 3.0, ou seja, são mais transparentes, mais limpas, mais colaborativas, responsáveis e interativas. Em países da Europa, Japão e América do Norte marcas tradicionais são valorizadas por menos de 35% dos consumidores, já em países emergentes as marcas mais conhecidas são valorizadas por mais de 65% dos consumidores segundo um estudo da Havas em 2013. No Brasil o consumidor ainda leva em consideração a tradição de uma marca mas esta realidade tende a mudar já que em um mundo globalizado a cultura do consumo é rapidamente disseminada.

     

    Segundo a Trendwatching existem 3 indicadores desta tendência:

     

    - Desejo profundo pelo novo: a busca constante por inovação e a celebração do empreendedorismo expõe para o mercado muitos produtos e serviços novos que buscam fazer melhor e diferente sempre. Isso mudou radicalmente a relação com o consumidor. Ele quer ser atendido em suas necessidades imediatamente e não nos desejos do passado. As marcas mais tradicionais tendem a ser mais lentas nas respostas que estas novas empresas 3.0.

     

    - Confiança instantânea: a internet e as redes sócias difundem as novidades com muito mais rapidez. O compartilhamento entre amigos e familiares e até mesmo de usuários desconhecidos geram uma credibilidade instantânea. A facilidade para tomar uma decisão de compra devido a operações simples também contribui para gerar esta confiabilidade. Novos padrões éticos ambientais e sociais já estão no modelo de negócios destas empresas o que reforça que no futuro manterão estas práticas.

     

    - Operação aberta: as marcas novas começam a colocar o consumidor no controle. Esta é uma necessidade básica do ser humano e estas empresas entenderam isso e permitem que o consumidor interaja e construam junto o futuro das empresas. Isso vai além de uma parceria é um verdadeiro engajamento.

     

    Isso não é o fim das marcas tradicionais porem elas deverão rever seus conceitos e se adaptar a nova realidade. Confira a pesquisa da Trendwatching clique aqui.

  • Qual a pró​xima onda?​

    Ronaldo Antonio Hofmeister


    Quer saber qual a próxima onda, o que entrará na moda e qual a tendência do mercado? Ter acesso a estas informações antes de todo mundo é desejo de muita gente. Como conseguir isso?


    Observar é o primeiro passo, ou seja, perceber o que acontece a sua volta pode dar pistas, mas é essencial ter acesso a informações que demonstrem uma sequencia de fatos. Olhar apenas para o passado para tentar enxergar o futuro também é um erro. É necessário pensar no futuro com olhos de futuro, muitas vezes algo improvável no presente pode ser viável lá na frente.


    Precisamos lembrar também que todo produto e serviço tem começo, meio e fim. A experiência, e a análise do ciclo de vida de vários produtos e serviços, demonstram que todo produto um dia morrerá e isso dá algumas pistas sobre uma nova onda que surgirá. 


    Analisando cada fase do ciclo de vida percebemos que na primeira fase os usuários são mais inovadores, gostam de experimentar e sentem orgulho de serem os primeiros a utilizar o produto entre seus amigos. Influenciados por estes usuários desbravadores novos usuários passam a usa-lo, são os chamados seguidores. Quem adota o produto posteriormente, quando ele já atingiu a maturidade, são chamados de retardatários e precisam ter certeza e segurança antes de adotar as novidades. Produtos que estão na maturidade só tem um destino: o declínio e consequentemente a sua morte. É claro que várias empresas conseguem inovar e se manter na maturidade por muito tempo. No momento existe algum produto ou serviço que dá pistas de declínio?


    Se olharmos as redes sociais, algumas cresceram rapidamente e já atingiram a maturidade. Aqueles usuários inovadores e desbravadores já estão procurando uma nova “onda” pois já consideram as redes sociais chatas, monótonas e cheia de gente. O próximo passo será dos usuários seguidores que começam a se perguntar onde estão aquelas “pessoas legais” (desbravadores) que participavam da rede social. Com isso, logo os seguidores também abandonarão as redes sociais. Isso é o início do fim. É claro que as redes sociais ainda podem inovar e manter a onda das redes sociais por alguns anos. 


    Qual a próxima onda? O que substituirá as redes sociais? Compartilhe sua opinião:

  • Você joga ​para ganha​r ou para ​não perder​?

    Ronaldo Antonio Hofmeister

    No mundo dos negócios é possível ter mais de um ganhador, portanto para uma empresa ganhar não é necessário outra perder. Mas como jogar este jogo?

     

    Estamos em uma era em que compartilhar e colaborar tem uma força muito maior que esconder e restringir acesso. Porem não é fácil compreender o significado destes novos tempos. Não significa que a empresa precisar abrir dados confidenciais e estratégicos, mas permitir que clientes, fornecedores e até concorrentes contribuam para a performance da empresa.

     

    Estratégias como o crowdsourcing permitem esta integração e compartilhamento com o mercado com uma força ainda maior. Outro termo que também vem ganhando força é a coopetição que mistura a cooperação e a competição em uma mesma ação. Concorrentes podem agir estrategicamente juntos, cooperando um com outro, mas continuar competindo no mercado.

     

    A inovação constante pode garantir uma vantagem competitiva e sua empresa pode dar um salto à frente do seu concorrente. Porem se sua empresa esta em uma situação diferente que tenta copiar seu concorrente para alcança-lo, você esta neste jogo apenas para não perder. Para fugir desta situação a empresa precisa buscar seu próprio caminho, ou seja, não tentar copiar uma fórmula de sucesso de um concorrente, mas inovar.

     

    E você esta neste mercado para ganhar ou para não perder?

  • O seu cons​umo é cons​ciente?

    Ronaldo Antonio Hofmeister

    Quando você vai ao supermercado escolhe seus produtos por que são social ou ecologicamente corretos? Por que as empresas ainda não estão assumindo uma postura de oferta de “produtos conscientes”?

     

    A resposta é simples: o consumidor ainda não está exigindo das empresas esta responsabilidade. Não podemos esperar a mudança das empresas por livre e espontânea vontade. Basta o consumidor “bater o pé” e deixar de consumir determinados produtos para que a indústria mude sua postura.

     

    Alguns mercados já estão percebendo que é necessário mudar, é o caso dos fast foods e refrigerantes. A busca por medidas mais saudáveis e responsáveis passa a ser uma necessidade, caso contrário perderiam mercado. Uma empresa ecologicamente correta vende mais apenas quando o mercado está maduro suficiente a ponto de exigir estes produtos. O valor agregado destes produtos ecologicamente corretos será percebido apenas pelos consumidores conscientes.

     

    A revolução começará de baixo para cima, quanto mais consumidores conscientes surgirem mais as empresas adaptarão seus produtos. As empresas mudarão quando o consumidor mudar.

     

    Seus consumidores estão mais conscientes?

Busca de Blog


Meses Anteriores



Siga nossos perfis