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Planejamento financeiro em família!!! Como seria bom se isso se tornasse uma prática usual e a moda "pegasse"!
Pesquisas técnicas já demonstraram que uma grande maioria dos casais economicamente ativos, escondem entre si a sua situação financeira, especialmente as dívidas que tem contraído.
Triste, pois, já que compartilham um mesmo lar, deveriam compartilhar também seu orçamento familiar... e transformar seus desesperos e agonias numa situação tranquila, planejada e organizada.
De que maneira?
1. Conhecendo efetivamente quanto gasta!
Saber qual é o tamanho do orçamento financeiro familiar é muito importante, para tanto, é necessário detalhar como se distribuem os gastos.
2. Verificando se o montante dos gastos estão compatíveis com os ganhos em família!
É necessário comparar os gastos com os ganhos, saber se os ganhos são superiores aos gastos.
3. Distribuindo o gastos proporcionalmente aos ganhos de cada integrante da família!
Cada integrante da família, que tem renda e que vá participar deste "rateio", deve participar proporcionalmente dessa conta.
Por exemplo: um orçamento dividido entre 2 pessoas, o primeiro tem um ganho de R$ 6.000 e o segundo um ganho de R$ 4.000, na proporção do ganho total, o primeiro gera renda de 60% do total e o segundo de 40%. Consequentemente, o primeiro deve arcar com 60% dos gastos gerais da família e o segundo, com 40%. Simples assim!
4. Determinar o limite de gastos
É importante que os gastos sejam limitados e controlados para não permitir excessos e riscos da não capacidade em saldar as obrigações.
Utilize como exemplo o quadro a seguir. Trata-se de uma pesquisa realizada pela Revista Veja em 1998, mas que seguramente continua adequado para os dias atuais.
Tomando como referência, um salário de R$ 1.000 você perceberá quanto estará disponível para cada gasto em família.

Gostou? Concorda? Vamos ao planejamento financeiro em família?
Pense nisso!
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Como você se sente quando está prestes a decidir pelo melhor preço de venda a praticar em cada mercadoria ou serviço que vende?
Você já se viu diante de alguma das situações abaixo? Já encontrou respostas para as dúvidas?
Algumas das reflexões servirão para sua análise e decisão, mas, lembre-se sempre, estabelecer preços de vendas é muito mais estratégico do que comercial quando você está em busca do sucesso através da estabilidade econômica e financeira!

Pense nisso!
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Eis Uma demonstração de que ação e controle para redução dos custos, tanto operacionais quanto com relação aos produtos dão sim resultados, e como neste exemplo, um excelente resultado!
Apreciem então o artigo:
Com uma estratégia agressiva de corte de custos, a rede de restaurantes fast-food Burger King fez seu lucro líquido subir 150% no primeiro trimestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2012, mesmo com uma forte queda em sua receita líquida, segundo balanço da companhia publicado nesta sexta-feira (26). O lucro líquido registrado entre janeiro e março foi de US$ 35,8 milhões, e a receita líquida, de US$ 327,7 milhões. O grupo se transformou após a chegada do fundo 3G Capital, dos empresários brasileiros Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, e passou a se basear mais no sistema de franquias do que no de unidades próprias. CORTE DE CUSTOS
A companhia conseguiu cortar agressivamente seus custos para melhorar o resultado trimestral. Os gastos com matéria-prima de alimentos, papel e outros produtos caiu 70,4%, para US$ 38,5 milhões, e as despesas com funcionários recuaram 68,6%, para US$ 37,5 milhões, fazendo com que os custos totais ficassem 69,5% menores (US$ 108,1 milhões). As despesas operacionais também foram reduzidas - em 53,6%, para US$ 225,3 milhões, e o lucro operacional do Burger King cresceu 21,8%, para US$ 102,4 milhões. Assim, a margem operacional mais que dobrou em um ano, de 14,7% no primeiro trimestre do ano passado para 31,2% em 2013.
Uma grande razão para tal resultado é bastante lógica: ao impor rigores no controles dos custos gerais da empresa, os desperdícios vão sendo identificados, consequentemente, vão sendo combatidos e controlados... simples assim!
Simples sim, porém, trata-se de uma prática nada fácil de ser implementada, pois, requer muitos controles, análises práticas, análistes técnicas, tudo isso, realizado por pessoas experientes no assunto, do contrário, toda ação poderá até trazer resultados positivos, porém, sob o regime da "tentativa" e não da resultante de um plano estratégico.
Minhas recomendações: * Busque por profissionais especializados na análise de seus custos e na análise operacional do negócio; * Planeje o corte dos custos identificados como excessivos; * Execute o corte dos custos, porém, monitore sistematicamente esses cortes para identificar possíveis prejuízos com este ato, e, reverta ou mude a estratégia caso seja necessário; * Monitore permanentemente seus resultados e compare-os com os registros de períodos anteriores para conhecer o impacto das mudanças; * Surpreenda-se com os resultados e seja persistente, não desanime nunca, continue sempre perseguindo seus excessos!
Pense nisso!
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Eis uma situação extremamente recorrente, eu mesmo presenciei inúmeras vezes!
Pensar em meios para prejudicar um concorrente a ponto de quebrá-lo para depois tentar ganhar dinheiro... ora que prática suicida pode ser essa?
Sim, como disse, já presenciei inúmeras vezes essa situação, e, pode acreditar, é um verdadeiro ato de suicídio!
Como ocorre a prática?
Primeiro, um empresário que se sente incomodado pelas ações de um concorrente que venha "conquistando espaço" no seu mercado de atuação, pensa num meio infalível para comprometer o bom desempenho do concorrente.
Segundo, a prática é reduzir os preços de vendas a níveis absurdos, às vezes, até vender produtos abaixo do seu próprio custo de aquisição.
O resultado?
Se o outro concorrente "entrar nessa briga" então, "a coisa fica feia"! Transforma-se num duelo de preços baixos!
A sensação é que o cliente vai adorar e vai comprar muiiiiiiiiito! Será? Pois eu digo que duvido muito!
Duvido porque o cliente é inteligente... ele sabe perceber que tem coisa errada! E muitas vezes pensar em falsificação, contrabando, ...
Resultado disso tudo?
As vendas a preços baixíssimos não responde aos propósitos dos "guerreiros", e, tudo que foi vendido a preço baixo, não proporcionou margem suficiente para cobrir os custos fixos da empresa...
O resultado final?
QUEBROU SIM!!!
Aliás, QUEBRARAM SIM... todas as empresas que partiram para este duelo, ficaram comprometidos a ponto de perder por completo sua capacidade financeira para a sua própria subsistência.
Moral desta situação: Partir para a guerra de preços para quebrar o concorrente resulta na quebra de todos aqueles que aderirem a esta batalha! Especialmente daquele que iniciou a ação!
Qual o melhor caminho?
Quer superar seus concorrentes? Então demonstre todo o seu potencial em: * atender bem * oferecer sempre novidades * oferecer produtos de qualidade * oferecer garantias necessárias * buscar continuamente novas soluções aos clientes * pensar em inovar pensando no bem do cliente
O resultado disso será uma grande gama de clientes satisfeitos, felizes, fiéis e comprando mais!!!
Pense desta maneira e evite a guerra de preços!
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Invariavelmente todos as empresas vivem fases de sazonalidades nas suas vendas, às vezes o impacto é tão grande que pode provocar uma catástrofe no seu fluxo de caixa!
E aí? Como resolver essa situação?
Isso requer um bom planejamento no seu fluxo de caixa, saber adequar as entradas e as saídas de acordo com essas sazonalidades... então, se não tem venda... tem que segurar os gastos e as compras... tem que planejar o seu fluxo de caixa para esses momentos.
Algumas dicas:
PRIMEIRO, analise e registre quais são esses momentos de baixo e também aqueles momentos de alto volume nas suas vendas. Muitas vezes isso é muito fácil de se identificar. Por exemplo: as papelarias e livrarias têm seu volume de vendas bastante concentrado no início dos anos letivos escolares, bem como as indústrias e lojas de uniformes. Então, saber quais são seus momentos de alta e de baixa fica muito fácil.
SEGUNDO, registre estas informações e crie um gráfico com essas curvas de crescimento e retração, assim, você já vai identificando como e comportam os seus meses ao longo de um ano inteiro!
TERCEIRO, faça a projeção das suas vendas, de acordo com a dica anterior.
QUARTO, faça a projeção dos seus gastos fixos - aqueles que ocorrem indiferentemente dos altos e baixos de suas vendas.
QUINTO, transforme estas projeções num fluxo de caixa, considere as entradas e as saídas e veja como evoluirão os seus saldos.
SEXTO, de acordo com as oscilações de saldos, você precisa necessariamente programar-se para suprir os meses de saldos negativos E/OU "segurar" suas saídas.
Noutras empresas, a exemplo do fluxo de caixa demonstrado, os ciclos de sazonalidade são maiores, ou seja, passam-se muitos meses com baixos volumes de entrada, daí concentram-se noutros poucos meses um grande volume de vendas. Um exemplo clássico disso é o comércio que atende a pequenos municípios onde a maior geração de receitas ocorre através dos resultados de safra agrícola, daí, as vendas ocorrem substancialmente somente num pequeno período pós colheita e venda das safras.
Então, o que fazer até que ocorram as entradas?
Pense nisso e planeje o seu fluxo de caixa.
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Durante as trocas de mensagens deparei-me com esta pérola, então, pensei comigo, nada mais justo do que compartilhar com você.
Tratam-se de palavras bastante simples, porém, objetivos e verdadeiros!
Aprecie:

Pense nisso!
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Os hábitos de compra das mulheres são sempre motivo de piada para os homens. Em parte, ao menos, eles parecem ter razão. As mulheres tendem mesmo a fazer mais compras por impulso do que os homens, segundo aponta estudo encomendado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). A pesquisa mostra que 47% das entrevistadas já realizaram compras não planejadas em momentos de tristeza, angústia ou ansiedade. Entre os homens, esse percentual cai para 37%
Para as mulheres, a baixa autoestima e a insatisfação com a aparência são os principais motivos para as compras por impulso. A TPM é usada por uma a cada três mulheres para justificar compras não planejadas. Já o público masculino costuma abrir o bolso por conta da ansiedade com algum evento que se aproxima, como férias, viagens ou festas.

Em relação à organização das finanças, os homens se mostram mais cuidadosos: 72% deles fazem planejamento financeiro familiar ou pessoal contra apenas 65% das mulheres. Entretanto, a diferença entre os gêneros em ter sucesso na hora poupar é bem pequena. De acordo com a pesquisa, 43% do público feminino e 41% do masculino chegam ao final do mês sem dinheiro para guardar.

A maneira como homens e mulheres controlam seus gastos também é diferente. O público masculino prefere as planilhas eletrônicas, enquanto as mulheres ainda são fiéis ao clássico papel. A maioria, independentemente do sexo, no entanto, costuma acompanhar seus gastos por meio do extrato bancário.

Para a pesquisa, foram ouvidos 646 brasileiros em todas as capitais do país.
Fonte: Revista ÉPOCA NEGÓCIOS - Coluna de Elisa Campos
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Bem, estou falando de uma grande ferramenta que auxilia na construção de um planejamento estratégico, porém, não é sobre planejamento estratégico que falaremos aqui.
Nosso tema continua sendo a gestão financeira de uma empresa, então, falaremos aqui da matriz FOFA para tratarmos de analisar a gestão financeira da sua empresa.
Sugiro o uso desta ferramenta para "descobrirmos" como anda a sua gestão!
E aí? Esta ferramenta é estranha? E você nunca elaborou um planejamento estratégico para utilizá-lo?
Não tem importância nenhuma, a sua utilização é tão simples que até eu sei utilizá-lo!
Antes, então, pra você que é leigo no assunto, vamos falar sobre o que é a matriz FOFA:
A palavra FOFA é originada de uma sigla em inglês que é SWOT, originária das palavras Strengths (Forças), Opportunities (Oportunidades), Weaknesses (Fraquezas) e Threats (Ameaças).
Ela dá o nome da uma ferramenta matriz que facilita a visualização de quatro grandes e diferentes características de gestão de uma empresa.
Daí, temos que pensar que na gestão de uma empresa, estamos sujeitos a interferência de dois grandes cenários: o ambiente externo e o ambiente interno.
No ambiente interno, as "coisas" acontecem de dentro para fora da empresa, ou seja, tudo que se faz internamente e que resulta no ambiente externo.
As características que classificamos e contribuem para esse situação são as FORÇAS e as FRAQUEZAS.
Para a visutalização, temos então que identificar e registrar todas as questões internas que representam essas forças e essas fraquezas.
Já no ambiente externo, as "coisas" acontecem de fora para dentro da empresa, ou seja, fatores externos a empresa que interferem no seu desempenho.
As características que classificamos e contribuem para essa situação são as OPORTUNIDADES e as AMEAÇAS.
Para a visualização, temos então que identificar e registrar todas as questões externas que representam, tanto as oportunidades quanto as ameaças de origem externa e que certamente contribuirão para os resultados da empresa.
Vamos exemplificar?
Primeiro observe a matriz FOFA.

Agora, com numa folha de papel copie este modelo de matriz e comece a elencar tudo que representam suas FORÇAS.
Quer exemplos?
Podem representar forças na sua empresa:
a. seus controles financeiros precisos e que proporicionam informações em tempo real --> não tem isso? Então, essa mesma situação deve ser registrada com uma FRAQUEZA;
b. sua habilidade em calcular e determinar seus preços de vendas de maneira precisa e competitiva, onde você sabe exatamente até onde podem ser concedidos os seus descontos ou mesmo, quanto exatamente você está lucrando! Você não faz isso? Então onde vamos mesmo registrar essa situação?
Fácil não?
Pois bem, convido-o a preencher esta matriz com o registro de 7 características para cada quadrante!
E depois?
Depois de preenchida, analise cada característica registrada, avalie seus PONTOS FORTES e seus PONTOS FRACOS.
Cada ponto forte deve ser melhor avaliado e explorado com maior intensidade, afinal, nessas características estão s suas grandes habilidades e elas devem ser muito mais explorados!
Cada ponto fraco deve ser refletido, reavalidado sobre como fazer para melhorar sua gestão nestas deficiências, afinal aqui estão as suas grandes oportunidades de melhorias.
À partir daí, você terá compreendido o cenário de sua empresa e entenderá que a sua forma de gestão interfere diretamente nos seus resultados, então, é hora de:
EXPLORAR INTENSAMENTE OS SEUS PONTOS FORTES!
e
MELHORAR, INCREMENTAR E EXPLORAR MELHOR SEUS PONTOS FRACOS!
LEMBRE-SE: Assim se faz a gestão financeira de uma empresa... mediante análises críticas e ações de planejamento e execução... e saiba também que, os resultados do dia-a-dia no seu caixa não devem representar surpresas, mas sim, a confirmação de tudo que você planejou num passado próximo!
Pense nisso e mãos à obra!
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O anúncio foi feito durante pronunciamento em rede nacional de rádio e TV por ocasião do Dia Internacional da Mulher, no qual ela também divulgou medidas de defesa do consumidor e de combate à violência contra a mulher.
A desoneração dos produtos da cesta básica entrou em vigor com a publicação, na noite desta sexta, em edição extra do "Diário Oficial da União".
O governo vai zerar a incidência de PIS/Pasep-Cofins e de IPI de 16 itens: carnes (bovina, suína, aves e peixes), arroz, feijão, ovo, leite integral, café, açúcar, farinhas, pão, óleo, manteiga, frutas, legumes, sabonete, papel higiênico e pasta de dentes. Com a redução dos impostos, em tese, o preço desses produtos vai baixar. Nesta quinta (7), o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) informou que, em fevereiro, os preços da cesta básica subiram em 15 das 18 capitais pesquisadas pelo órgão.
“A partir de agora, todos os produtos da cesta básica estarão livres do pagamento de impostos federais”, disse a presidente durante o pronunciamento. “Com esta decisão, você, com a mesma renda que tem hoje, vai poder aumentar o consumo de alimentos e de produtos de limpeza, e ainda ter uma sobra de dinheiro para poupar ou aumentar o consumo de outros bens”, afirmou Dilma. Alguns itens, como leite, feijão, arroz e farinha, já não tinham nenhum desses impostos, mas no sabonete, por exemplo, havia incidência de 12,5% de PIS-Cofins e de 5% de IPI. “Boa parte desses produtos já não pagava o Imposto sobre Produtos Industrializados, o IPI, mas ainda incidia uma alíquota de 9,25% do PIS-Cofins sobre os principais alimentos que você consumia”, explicou a presidente. Segundo informou assessoria do Planalto, a isenção de PIS-Cofins será feita por meio de uma medida provisória. Já a de IPI se dará por meio de decreto. Itens de higiene pessoal - sabonete, papel higiênico e pasta de dentes – não faziam parte da cesta básica e serão incluídos a partir de agora. “Definimos um novo formato da cesta básica de alimentos. Esse formato respeita seus hábitos de alimentação e de higiene, além de priorizar os alimentos de mais qualidade nutritiva, o que vai trazer mais saúde para você e para sua família”, disse a presidente.
Renúncia fiscal
Com a medida anunciada nesta sexta-feira, o governo abrirá mão de R$ 7,3 bilhões em impostos ao ano, dos quais R$ 6,8 bilhões relativos a PIS/Cofins e R$ 572 milhões a IPI. Somente em 2013, a renúncia fiscal será de R$ 5,5 bilhões, segundo as contas do governo. “Conto com os empresários para que isso signifique uma redução de pelo menos 9,25% no preço das carnes, do café, da manteiga, do óleo de cozinha, e de 12,5% na pasta de dentes, nos sabonetes, só para citar alguns”, disse.
Defesa dos consumidores
A presidente anunciou que, a partir de 15 de março, o governo passará a adotar novas medidas de defesa do consumidor. Ela disse que o país passará a “fiscalizar com mais rigor, aplicar multas mais adequadas, vai conscientizar empresas, consumidores e toda a sociedade sobre as vantagens, para todos da melhoria das relações de consumo”. O governo deverá criar novos instrumentos legais premiar boas práticas e punir as más, conforme disse a presidente, além de reforçar os Procons e criar mecanismos capazes de dar “respostas mais ágeis e mais efetivas” às demandas do consumidor. “Vamos cobrar melhorias de serviços e mais transparências das empresas e do próprio governo”, afirmou.
Eis a tabela demonstrativa, considerando as alíquotas de impostos ANTES e DEPOIS dessa desoneração:

Fonte: Jornal Extra de Alagoas - Priscilla Mendes / Do G1, em Brasília
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Fonte....: 
A ideia de ganhar US$ 1 milhão pode parecer inalcançável para muitos. Em alguns países, de fato, ela é um sonho distante para a grande maioria. A revista britânica The Economist resolveu fazer as contas de quanto tempo as pessoas demoram para acumular US$ 1 milhão em diversos lugares do globo. Para fazer o cálculo, a publicação usou a mediana da renda familiar (antes de impostos) do país. Dentre as nações selecionadas pela revista, é nos EUA onde os habitantes atingem a marca de US$ 1 milhão mais rápido. Lá, são necessários um pouco menos do que 25 anos. Em países europeus, como Alemanha, Itália e Reino Unido, o período se aproxima a 50 anos. Já no México seriam precisos mais de 300 anos para chegar a tal feito. Na Romênia, 350. E veja bem, esse é o número de anos necessários para ganhar US$ 1 milhão, não para poupar a quantia. As contas da publicação foram feitas com a conversão do dólar para a moeda nacional tanto pelo valor de mercado (azul claro) quanto pela paridade de poder de compra (azul escuro). Com dificuldade para visualizar US$ 1 milhão? Imagine uma pilha de notas de US$ 100 de cerca um metro de altura e com 10 kg.
Infelizmente, a The Economist não fez as contas para o Brasil. Quantos anos você acha que seriam necessários para alcançar US$ 1 milhão por aqui? Comente!

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